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E se os oceanos desaparecessem?

Os oceanos são com toda certeza algo essencial para a vida em nosso planeta, responsáveis não só por ter originado a vida na Terra, eles tem função importantíssima como grandes produtores de oxigênio através das microalgas oceânicas, regular a temperatura do planeta e podendo interferir até mesmo na atmosfera. Ele possui diversas outras funções que poderíamos escrever um artigo inteiro!
Crédito: Pixabay - Greg Montani

Tendo em vista todos esses fatos, é bem nítido sua importância. Mas voltando a pergunta que te trouxe aqui, o que aconteceria se o oceano desaparecesse?

É bom torcer para que toda sujeira esta úmida para não transformar nosso planeta em uma enorme tempestade de poeira.

Os oceanos se foram, mas ainda temos água. Vamos fazer um balanço: calotas de gelo, lagos e rios (que agora fluem para vastas extensões de solo) e água subterrânea ainda estão disponíveis. Somadas, essas fontes totalizam cerca de 3,5% de nosso suprimento de água atual, e os outros 96,5% desapareceram nos oceanos. Isso não é suficiente para dar início a um ciclo mundial decente da água, mesmo se derretemos as calotas polares. (Cerca de 68,7% da água doce da Terra é congelada em geleiras, calotas polares e neve permanente, principalmente na Antártica.

Sem nuvens se formando sobre o oceano, a chuva seria incrivelmente rara e o planeta se tornaria deserto. Nós assistiríamos (se vivos) nossos lagos e suprimentos de água diminuírem um pouco mais a cada ano, até que nada restasse.

Os seres humanos podem sobreviver por um tempo dentro de suas casas. Ainda teríamos acesso às águas subterrâneas que fora armazenada e poderíamos ter algumas fazendas hidropônicas subterrâneas funcionando. Mas na superfície, plantas e animais começariam a morrer imediatamente. Enquanto as árvores podem sobreviver por um tempo sem água, eventualmente tudo se tornará tão seco que os incêndios abrangerão os continentes. Isso seria um problema multifacetado para os seres humanos: Além dos problemas usuais associados ao fogo (como queimar até a morte), as chamas liberariam toneladas de dióxido de carbono na atmosfera progressivamente sufocante, acelerando o aquecimento global.

O sol continuaria batendo no equador, transformando-o em um forno sem alívio da circulação das correntes oceânicas. Enquanto isso, os gases do efeito estufa dos incêndios no mundo prenderiam a energia do sol perto do solo. Alguma diferença de temperatura entre noite e dia criaria sistemas de alta e baixa pressão e até produziria vento, mas a temperatura média na Terra seria de 68ºC, tornando a vida da superfície impossível até para os animais do deserto mais difíceis.

Em pouco menos de uma semana, toda a vida de plantas se foi na medida que o mundo queimava. O oxigênio se tornaria escasso, tornando praticamente impossível se respirar para os humanos, mesmo que de alguma forma tolerassem as altas temperaturas da superfície, morreriam por asfixia.

Atividades vulcânicas seriam mais propícias e correria um grande risco de desastres nucleares por conta das usinas espalhadas em todo mundo com temperatura elevada.

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Ver Perfil completo do Autor: Felype Oliveira

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