Trump perdoa Lil Wayne, Kodak Black e outras figuras do hip-hop em último dia de mandato

Poucos dias antes da eleição presidencial, no final de outubro, e quase um ano depois que autoridades federais apreenderam uma arma de seu avião particular, o rapper Lil Wayne passou quase uma hora com Donald J. Trump no Doral Golf Club do presidente em Miami.

Os dois homens discutiram a criação de Lil Wayne em Nova Orleans e seu interesse em crescente na reforma da justiça criminal, de acordo com Bradford Cohen, um advogado do sul da Flórida que estava presente e marcou a reunião.

O artista seria condenado até 10 anos de prisão, se não fosse pelo indulto presidencial de Trump em seu último dia de mandato, garantindo perdão definitivo dos crimes federais.

Ele se juntou a três outras figuras do universo hip-hop, incluindo o rapper Kodak Black, outtro cliente de Cohen; Desiree Perez, executiva-chefe da Roc Nation de Jay-Z; e Michael Harris, conhecido como Harry-O, fundador da Death Row Records que está na prisão já faz 30 anos.

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A decisão do ex-presidente de perdoar os crimes se dão por uma relação muitas vezes controversa entre Trump e o rapper que existe desde os anos 90, quando o empresário era frequentador frequente de clubes, em momentos de luxúria e riqueza.

"Ele está ligado ao entretenimento", disse Cohen sobre o ex-presidente em uma entrevista na quarta-feira. "Ele tem um estilo parecido em termos de maneira como se comporta, e por isso, muitos rappers e pessoas da indústria se identificam".

Em declaração oficial da Casa Branca sobre o indulto, foi destacado o apoio do rapper Gucci Mane, Lil Yachty e também vários líderes religiosos. Citaram também as diversas doeações realizadas pelo cantor enquanto estava preso.



Felype Oliveira
Criador e redator do Café com Net.

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